Cálculo de área real considerando relevo no QGIS

Uma das maiores limitações das análises espaciais tradicionais é que todas as áreas são calculadas em 2D. Ou seja: o QGIS, ArcGIS, PostGIS e praticamente qualquer SIG mede área projetada no plano horizontal, mas o terreno não é plano.


Uma área em encosta, morro ou montanha pode ser significativamente maior do que a área cartográfica. Para resolver isso desenvolvi o plugin:
Terrain Surface Area (DEM). O plugin calcula a área real da superfície do terreno de um polígono usando um Modelo Digital de Elevação (DEM). Ele não aproxima por triangulação, ele usa o gradiente da superfície derivado do raster.

O problema da área 2D

Quando você mede um polígono no SIG:

A2D=aˊrea projetada no planoA_{2D} = área\ projetada\ no\ plano

A2D​ = área projetada no plano. Mas a área verdadeira é:

Areal>A2D
A_{real} > A_{2D}


Exemplo simples. Imagine um terreno inclinado 0°:

Areal=A2Dcos(θ)A_{real} = \frac{A_{2D}}{\cos(\theta)}

Areal=A2Dcos(30°)=1.1547×A2DA_{real} = \frac{A_{2D}}{\cos(30°)} = 1.1547 \times A_{2D}

Ou seja: 15,47% maior

Agora imagine isso distribuído pixel a pixel no relevo.

O que o plugin retorna

Para cada polígono ele cria 4 campos:

CampoSignificado
AREA_2D_M2área cartográfica
AREA_SURF_M2área real da superfície
SURF_RATIOfator de relevo
DEM_COV_PCT  cobertura válida do DEM
O significado do SURF_RATIO

Esse é o campo mais importante. Ele indica o fator de rugosidade do terreno: 

SURF_RATIO=Aˊrea realAˊrea planaSURF\_RATIO = \frac{Área\ real}{Área\ plana}


SURF_RATIOTerrenoO que significa na prática
1.00planoárea praticamente horizontal
1.01 – 1.03suave onduladopequenas variações
1.03 – 1.08onduladorelevo perceptível
1.08 – 1.15forte onduladoencostas frequentes
1.15 – 1.30montanhosomorros dominantes

Interpretação intuitiva. Você pode pensar assim:

SURF_RATIO − 1 = porcentagem de aumento de área

Exemplo:

RatioAumento real
1.02+2% de terreno
1.10+10% de terreno
1.25+25% de terreno

O DEM_COV_PCT (confiabilidade)

Esse campo indica quanto do polígono tinha dados válidos no DEM.

ValorSignificado
100cálculo totalmente confiável
90–99confiável
70–90usar com cautela
<70resultado pode não representar o terreno

Se for baixo, normalmente existe: 

  • sombra de radar
  • borda do raster
  • NoData

Tutorial de uso

Abra o QGIS e instale o complemento Terrain Surface Area.

Carregue:
  • um polígono
  • um DEM

Abra na caixa de ferramenta do QGIS, algoritmo: Processing Toolbox → Terrain analysis → Terrain Surface Area (DEM)


Configure:

Input polygons → camada vetorial
Elevation raster → DEM
Slope method:

  1. Horn — recomendado para a maioria dos MDEs
  2. Zevenbergen & Thorne — mais suave, pode ser sensível a ruído.




PostGIS: uma poderosa extensão geoespacial para SGBD

O PostGIS é uma extensão geoespacial de código aberto para Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) relacionais, projetado para armazenar, gerenciar e analisar dados geoespaciais. No coração do PostGIS está o SGBD PostgreSQL, amplamente reconhecido por sua robustez e escalabilidade, o que torna o PostGIS uma escolha sólida para aplicativos geoespaciais.

SGBD refere-se a um software responsável por armazenar, organizar e recuperar dados de maneira eficiente e segura. O SGBD lida com tarefas como criação de tabelas, consultas de dados, controle de transações e garantia de integridade dos dados. O PostgreSQL, em que o PostGIS se baseia, é um SGBD relacional, o que significa que ele organiza os dados em tabelas com relacionamentos definidos.

O PostGIS teve início no início dos anos 2000 como um projeto de código aberto liderado por uma comunidade de desenvolvedores entusiastas. Foi criado como uma resposta à crescente necessidade de armazenar, consultar e analisar dados geoespaciais de maneira eficaz em sistemas de banco de dados relacionais. Desde então, o PostGIS evoluiu significativamente, tornando-se uma ferramenta amplamente utilizada em sistemas de informações geográficas (SIG) e aplicativos de análise geoespacial.

O PostGIS desempenha um papel fundamental na integração de dados geoespaciais em aplicativos de negócios, pesquisa e tomada de decisões. Sua finalidade principal é permitir que os desenvolvedores e analistas armazenem, consultem e processem informações geoespaciais dentro do contexto de um banco de dados relacional. Isso significa que é possível realizar consultas complexas, análises espaciais e visualizações de dados diretamente no banco de dados, facilitando a análise de padrões geográficos, planejamento urbano, geocodificação de endereços e muito mais.

Vantagens em Relação a Outros Bancos de Dados:

Compatibilidade com Padrões: O PostGIS segue padrões geoespaciais amplamente aceitos, como o Open Geospatial Consortium (OGC), garantindo interoperabilidade com outros sistemas e aplicativos geoespaciais.

Desempenho: A otimização geoespacial incorporada no PostGIS permite consultas rápidas e eficientes em grandes conjuntos de dados geoespaciais.

Integração com PostgreSQL: Como uma extensão do PostgreSQL, o PostGIS herda a confiabilidade e a capacidade de escalabilidade do PostgreSQL, tornando-o uma opção confiável para ambientes de produção.

Ampla Comunidade e Suporte: O PostGIS possui uma comunidade ativa de desenvolvedores e usuários, oferecendo suporte, documentação e recursos de aprendizado.

Amplas Funções de Análise: O PostGIS fornece uma ampla gama de funções geoespaciais, incluindo cálculos de distância, buffers, união espacial, consulta por proximidade e muito mais.

Extensibilidade: É possível criar funções personalizadas em linguagens como Python ou R e incorporá-las no PostGIS para atender a requisitos específicos do aplicativo.

O PostGIS desempenha um papel crítico na gestão e análise de dados geoespaciais em sistemas de banco de dados relacionais, fornecendo uma base sólida para aplicativos geoespaciais e contribuindo para a tomada de decisões informadas em uma variedade de setores, desde planejamento urbano até análise ambiental e logística. Sua combinação de padrões, desempenho e funcionalidade o torna uma escolha valiosa para qualquer projeto que envolva dados geográficos.

Global Forest Watch: ferramenta online de monitoramento do desmatamento

O Global Forest Watch (GFW) é uma plataforma online e uma ferramenta inovadora que foi lançada em 2014 pelo World Resources Institute (WRI). Sua principal missão é monitorar e fornecer informações em tempo real sobre o estado das florestas em todo o mundo. O GFW utiliza uma combinação de tecnologia de sensoriamento remoto por satélite, análise de dados avançada e colaboração global para criar uma visão abrangente e atualizada das florestas do planeta.

A importância do GFW é multifacetada. Em primeiro lugar, ele desempenha um papel crucial na detecção e monitoramento do desmatamento, fornecendo alertas quase imediatos sobre atividades prejudiciais às florestas, como desmatamento ilegal e exploração madeireira insustentável. Isso é fundamental para a aplicação das leis ambientais e a conservação das florestas.

Além disso, o GFW oferece acesso a dados detalhados sobre o uso da terra, mudanças na cobertura florestal e emissões de carbono. Essas informações são fundamentais para governos, organizações não governamentais e empresas que buscam desenvolver políticas e estratégias de conservação sustentáveis.

Outro aspecto importante do GFW é sua acessibilidade. A plataforma é gratuita, o que significa que está disponível para pessoas em todo o mundo, permitindo uma colaboração global na conservação florestal.

O Global Forest Watch é uma ferramenta essencial para a preservação das florestas globais. Sua capacidade de fornecer informações atualizadas e seu acesso gratuito o tornam uma arma poderosa na luta para proteger nossos recursos naturais e enfrentar desafios ambientais globais, como o desmatamento e as mudanças climáticas.

Para acessar o GFW clique neste link: https://www.globalforestwatch.org/

Uso de smartphones no geoprocessamento

Nos últimos anos, a indústria de geoprocessamento testemunhou uma revolução tecnológica empolgante, impulsionada em grande parte pelo crescente uso de smartphones. O geoprocessamento, que envolve a coleta, análise e interpretação de dados geoespaciais, está desfrutando de avanços notáveis graças à versatilidade e acessibilidade desses dispositivos móveis.

Antes do advento dos smartphones, a coleta de dados geoespaciais era frequentemente realizada usando equipamentos caros e volumosos, como receptores GPS dedicados e sistemas de posicionamento geodésico. Esses métodos eram restritos a profissionais altamente especializados e, muitas vezes, eram inacessíveis para projetos de menor escala. No entanto, com smartphones amplamente disponíveis equipados com GPS de precisão interessante e sensores avançados, a coleta de dados geoespaciais tornou-se acessível a uma gama muito mais ampla de usuários.

Fonte: Freepik

Os smartphones permitem que profissionais de geoprocessamento coletem dados no campo de maneira eficiente. Isso inclui a captura de coordenadas GPS, fotos georreferenciadas, informações sobre recursos naturais e muito mais. Os dados coletados podem ser instantaneamente sincronizados com sistemas de informações geográficas (SIG) ou serviços em nuvem para análise posterior.

Uma ampla variedade de aplicativos específicos para geoprocessamento está disponível nas lojas de aplicativos. Essas ferramentas oferecem recursos como rastreamento de ativos, mapeamento de pontos de interesse, inspeções de campo e análise de terreno, tornando o geoprocessamento mais eficaz e acessível.

Com a capacidade de coletar e analisar dados geoespaciais em tempo real, os smartphones permitem que as equipes de campo tomem decisões mais informadas e rápidas. Isso é especialmente importante em setores como a agricultura, gestão de desastres e construção civil.

Além da coleta de dados, os smartphones oferecem acesso a informações geoespaciais remotas por meio de serviços de mapas online, imagens de satélite e dados de sensoriamento remoto. Isso permite que os profissionais de geoprocessamento tomem decisões baseadas em informações atualizadas e detalhadas.

Os smartphones também desempenham um papel fundamental no envolvimento do público em projetos de geoprocessamento. Aplicativos e plataformas de mídia social permitem que as pessoas compartilhem informações geográficas, relatem observações e participem ativamente de iniciativas de mapeamento colaborativo.

Vale ressaltar que o uso de smartphones no geoprocessamento também apresenta desafios, como a precisão limitada do GPS em áreas urbanas densamente construídas e a necessidade de gerenciar grandes volumes de dados geoespaciais. No entanto, as vantagens superam esses desafios, tornando os smartphones uma ferramenta valiosa para profissionais e entusiastas do geoprocessamento.

Os smartphones estão desempenhando um papel cada vez mais importante na revolução do geoprocessamento, tornando essa disciplina mais acessível, eficiente e orientada por dados. Com a contínua evolução da tecnologia móvel, podemos esperar que o geoprocessamento continue a se beneficiar do poder dos smartphones em um futuro próximo.

Um aplicativo para smartphone que vem ganhando espaço entre os profissionais é QField, uma versão do QGIS para ser usado em campo. Ele roda em Android e também é de código aberto. 

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Ebook gratuito | Geografia física e geotecnologias

E-book disponível para download no repositório da UFPA. Seus organizadores são Eder Mileno Silva De Paula e Emanuel Lindemberg Silva Albuquerque e está dividido em 9 capítulos. 

Este livro digital é reflexo das atividades de ensino, pesquisa e extensão que foram realizados nas instituições dos autores dos artigos e organizadores. O link deste ebook está logo abaixo.



O e-book está disponível nesse link, clique aqui

Comunicação visual e a compreensão das informações geográficas

A importância de um bom layout na divulgação de mapas não pode ser subestimada, pois desempenha um papel fundamental na eficácia da comunicação visual e na compreensão das informações geográficas. Um layout bem planejado e executado pode tornar os mapas mais atraentes, informativos e acessíveis, melhorando assim a experiência do usuário e a utilidade dos mapas em uma variedade de contextos.

Um bom layout contribui para a clareza das informações apresentadas no mapa. Ele organiza os elementos de forma lógica e intuitiva, garantindo que os usuários possam identificar rapidamente os principais pontos de interesse, rotas, fronteiras e outras características geográficas. Isso é especialmente importante em mapas que têm como objetivo fornecer orientações, como mapas de ruas, mapas de trilhas ou mapas de transporte público.

Fonte: Pixabay

Além disso, o layout adequado ajuda a evitar a desordem visual, tornando o mapa mais legível. Isso envolve a escolha adequada de cores, fontes, tamanhos de texto e estilos de linha. Um uso cuidadoso desses elementos torna mais fácil distinguir entre diferentes elementos do mapa, como rios, estradas, edifícios e áreas naturais. Um layout limpo e bem organizado também pode minimizar a confusão e a fadiga visual, permitindo que os usuários absorvam as informações de maneira mais eficaz.

A estética é outra dimensão importante do layout de mapas. Mapas bem projetados podem ser visualmente atraentes, despertando o interesse dos usuários e incentivando-os a explorar e interagir com o mapa. Isso é particularmente relevante em aplicações de marketing, turismo e educação, onde a primeira impressão é fundamental para o engajamento do público.


A acessibilidade também é uma consideração fundamental quando se trata de layout de mapas. Os mapas devem ser projetados de forma a serem acessíveis a todos os usuários, incluindo aqueles com deficiências visuais. Isso pode envolver o uso de legendas, cores acessíveis, textos alternativos e outras técnicas de design inclusivo para garantir que os mapas sejam utilizáveis por uma ampla gama de pessoas.

Um bom layout desempenha um papel crucial na divulgação eficaz de mapas. Ele não apenas melhora a clareza e a legibilidade das informações geográficas, mas também contribui para a estética e a acessibilidade dos mapas. Portanto, ao criar ou divulgar mapas, é essencial investir tempo e esforço na concepção de um layout eficaz que atenda às necessidades dos usuários e amplie a utilidade e a atratividade dos mapas em diversos contextos.

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Ebook "Cartografia" disponível para leitura

Olá pessoal,

O e-book intitulado "Cartografia" está disponível gratuitamente para leitura por meio do repositório da CAPES. Os autores, Marcus Vinicius Chagas da Silva e Érika Gomes Brito, estruturaram o livro em 130 páginas dividido em duas unidades e nove capítulos.

Os conteúdos abordados neste livro foram escolhidos por serem representativos para a cartografia básica. Além disso teremos noções de sensoriamento remoto e aplicação na cartografia no ambiente escolar (os autores).

 Sem mais delongas, o link pra ter acesso ao e-book está logo abaixo:


Link para download do e-book, clique aqui.

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- Você pode gostar também: Livro "Topografia Geral" disponível para download gratuito

Roteiro básico para realizar mapeamento com drones

Olá pessoal,

O mapeamento com drones é uma técnica poderosa para obter informações geoespaciais precisas e atualizadas de uma determinada área. Um roteiro bem planejado é fundamental para garantir que o mapeamento seja realizado de forma eficiente e eficaz. 

Lembre-se de que este é apenas um roteiro básico e que a complexidade do processo pode variar de acordo com a escala e os objetivos do mapeamento. Além disso, é fundamental seguir todas as regulamentações e diretrizes locais e nacionais relacionadas ao uso de drones.

Fonte: Pixabay

Abaixo, apresento um roteiro básico para o mapeamento com drone:

1. Objetivos do Mapeamento:

Defina claramente os objetivos do mapeamento. O que você pretende mapear e quais informações deseja obter? Exemplos incluem topografia, vegetação, edifícios, infraestrutura, entre outros.

2. Seleção de Equipamentos:

Escolha o drone apropriado para a tarefa, considerando a carga útil (câmeras, sensores), autonomia de voo e capacidades de mapeamento.

3. Autorizações e Regulamentações:

Certifique-se de obter todas as autorizações necessárias para operar um drone na área de interesse, de acordo com as regulamentações locais e nacionais.

4. Planejamento de Voo:

Defina a área de mapeamento e a resolução desejada. Isso determinará a altitude de voo e o sobreposição de imagens. Escolha o software de planejamento de voo adequado para criar trajetórias de voo otimizadas. Certifique-se de que as baterias estejam carregadas e que você tenha baterias sobressalentes.

5. Configuração do Drone:

Realize uma verificação completa do drone para garantir que todos os sistemas estejam funcionando corretamente. Calibre a bússola e o GPS.

6. Coleta de Dados:

Execute o plano de voo conforme o planejado, mantendo um registro preciso da altitude, velocidade e outras métricas relevantes. Certifique-se de que o drone capture imagens ou dados conforme as especificações necessárias.

7. Pós-processamento dos Dados:

Transferência dos dados coletados para um computador. Utilize software de processamento de imagens para criar ortomosaicos e modelos digitais de elevação, se aplicável.

8. Análise e Interpretação:

Analise os dados obtidos de acordo com os objetivos do mapeamento. Realize interpretações e extraia informações relevantes. 

9. Relatório e Entrega:

Elabore um relatório técnico que inclua os resultados do mapeamento, informações de qualidade e recomendações, se aplicável. Entregue os dados e o relatório aos clientes ou partes interessadas.

10. Manutenção e Armazenamento:

Faça a manutenção do drone, calibração e armazenamento adequados após a conclusão do mapeamento.

Ebook GRATUITO: Geoinformação e Análises Socioambientais

Olá pessoal, 

Foi lançado pelo Grupo Acadêmico Produção do Território e Meio Ambiente na Amazônia - GAPTA o ebook GEOINFORMAÇÃO E ANÁLISES SOCIOAMBIENTAIS para download gratuito.

O ebook, que também pode ser adquirido em forma impressa é resultado do curso de especialização em Geoprocessamento e Análise Ambiental, do Núcleo de Meio Ambiente da Universidade Federal do Pará. 

Capa do e-book

Pretende apresentar uma amostra dos estudos produzidos ao final da especialização. Os textos apresentados remetem à questão dos recursos hídricos e resíduos sólidos, em um primeiro eixo; da gestão de áreas protegidas, em um segundo eixo; e do ordenamento territorial urbano-regional, em um terceiro eixo.

O ebook está disponível neste link 👉 clique aqui 👈

Ebook disponível: Regularização fundiária em áreas da União na Amazônia paraense

Olá, pessoal

Importantíssimo documento sobre a regularização fundiária na Amazônia paraense. Este ebook foi organizado pelo Dr em Ciências do Desenvolvimento Socioambiental (UFPA/NAEA) Durbens Martins Nascimento.

Este documento reúne um debate interessante acerca dos instrumentos e mecanismos disponíveis para avançar no processo de regularização fundiária na Amazônia paraense. Apresentam metodologias aplicadas a caracterização de imóveis da Amazônia em quatro tipologias. Mostra a evolução histórica das sesmarias e terrenos de marinha, bem como o uso da cartografia digital para caracterização e identificação das terras da União.


O livro está disponível através deste link, clique aqui.

Boa leitura!