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Seja parceiro | Autoria do Profº Christian Nunes

Olá pessoal,

Essa é mais uma postagem do nosso programa Seja Parceiro. Através deste programa o leitor pode contribuir divulgando o seu material. Para tal, estabelecemos algumas regras para este tipo de publicação, confira:
Pois bem, recentemente recebi um e-mail do Profº (e amigo) Christian Nunes, da Universidade Federal do Pará - UFPa. O Professor já é conhecido dos leitores, pois já foi divulgado aqui no blog, também pelo Seja Parceiro. Recomendo que leiam: 
Neste e-mail, o professor compartilhou cinco textos, que estão disponíveis abaixo:

  1. O Cadastro Territorial Multifinalitário (CTM) como instrumento de planejamento e gestão municipal
  2. A cartografia na análise das territorialidades dos estudos pesqueiros
  3. O uso de geotecnologias e a escolha da escala adequada nos estudos ambientais
  4. A evolução cartográfica: da placa de barro ao computador
  5. A representação espacial e a linguagem cartográfica

Currículo do Profº Christian Nunes:
  • Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ecologia. Mestre em Geografia. Especialista em Gestão Ambiental. Bacharel e Licenciado em Geografia.
  • Pesquisador do Grupo Acadêmico a Produção do Território e Meio Ambiente na Amazônia - GAPTA. Atualmente é Professor Assistente na Faculdade de Geografia e Cartografia da Universidade Federal do Pará e Coordenador do Laboratório de Análise da Informação Geográfica - LAIG. 

Estamos realizando uma pesquisa sobre o perfil de nossos leitores. É importante sua participação. É rápido! São apenas 10 perguntas. Clique aqui e participe!

Até a próxima!

Luís Lopes
--

Skype: geo.luislopes
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Seja Parceiro | O ensino da cartografia na era da (geo)informação

Olá pessoal,

Como é sabido, este blog, Geotecnologias Luís Lopes (ou GeoLuísLopes), abre espaço para publicação de materiais (artigos, textos, etc...) de qualquer pessoa que queira dar sua contribuição no ramo das geotecnologias, através do Seja Parceiro (clique aqui e contribua também).

O artigo de hoje foi enviado pelo amigo Prof. Christian Nunes (FGC/UFPA). O texto intitulado "O ensino da cartografia na era da (geo)informação" destaca a importância dos professores da área se aperfeiçoarem com as novas geotecnologias e usufruir das ferramentas disponíveis. Destaca também a interatividade professor/aluno em sala de aula de modo que a facilitar o entendimento da cartografia.

Segundo Christian Nunes

"Nos dias de hoje, a popularização da informática e o acesso a textos e a produtos cartográficos em formato digital, além da flexibilidade/facilidade no manuseio das chamadas geotecnologias (hardwares, softwares e técnicas direcionadas para a geração de geoinformação, ou seja da informação espacial/geográfica), facilitou as atividades produtivas de diversos indivíduos, não somente para os professores de geografia ou de outras ciências humanas, mas de profissionais de várias ciências que integram às suas atividades docentes o ensino do/e pelo mapa, além de outros sujeitos que utilizam essas geotecnologias em sua localização cotidiana, como o Sistema de Posicionamento Global – GPS, ou a visualização das imagens do Google Earth, ou em outros sites de empresas privadas e governamentais."

Prof Christian destaca ainda o uso do software educacional Marble (conheça este software) que é um globo virtual e Atlas Mundial (Figura 1).

Figura 1. Software Educacional Marble
Para ler o artigo completo do Prof Christian Nunes, clique aqui e boa leitura!

Quer divulgar seu texto? Veja como você pode contribuir: Seja Parceiro!

Até mais!
Luís Lopes
--
Twitter: @geoluislopes
Skype: geo.luislopes
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2012: ano de mudanças! Gostaria de opiniões...



Olá pessoal,

2012, ano que promete fortes emoções! Como alguns sabem (pelo twitter @geoluislopes), já estou morando em minha nova cidade: Macapá, capital do Amapá (moro no hemisfério norte do planeta rs), ocasião esta, assumi o cargo efetivo de Especialista em Geoprocessamento do Estado.

Espero que tenham um pouco de paciência, pois aqui (acreditem!) não chegou a banda larga ainda. O Governador prometeu para este ano...vamos ver!

Fim de 2011, disponibilizei o Arquivo do blog que está separado por mês e dia da postagem, para facilitar a busca de algum artigo publicado aqui.
Tivemos também postagens referentes ao projeto aqui implementado: o Seja Parceiro. Esta iniciativa consiste dar espaços para divulgar artigos, tutoriais, materiais de pessoas/profissionais da área de geotecnologias.




Iniciamos um "movimento" em prol do uso de software livre em geoprocessamento. Trata-se da "Série Quabrando tabus: software livre também faz!", utilizando a hashtag nas redes sociais #SLGeoTbFaz. Vale destacar que esta ideia contou como apoio dos GeoBlogueiros Eliazer Kosciuk (@eliazerk), Sadeck (@sadeckgeo), Anderson Medeiros (@ClickGeo), Esdras Andrade (@geoparalinux) e José Carlos (@geojcarlos), com publicações em seus respectivos blogs. A Série também recebeu uma nota na 3ª Edição da Revista FOSSGIS Brasil (@fossgis).

Primeira postagem de 2012, anunciamos mais um colunista para o blog: Christian Nunes.
Essa postagem é para "ouvir" você, leitor!
  1. O blog está correspondendo a sua demanda? 
  2. Quer ver mais um colunista de alguma área mais específica?
  3. Percebe-se a evolução do blog?
  4. O que acharam da iniciativa do ano passado "Quebrando tabus: #SLGeoTbFaz?
São algumas questões, citadas acima, que gostaríamos de saber para melhorar cada vez mais o blog.

Bom 2012 e aguardo seus comentários!
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Apresentação: coluna de Christian Nunes

Olá companheiros... 


Estou iniciando hoje uma pequena contribuição, no blog do Luis Lopes, sobre a temática da cartografia e de como ela vem sendo entendida no espaço acadêmico e profissional. Inicialmente vou relatar minha experiência na área.

Meu primeiro contato com a cartografia na universidade foi no ano de 1998, quando entrei no curso de licenciatura e bacharelado em Geografia na Faculdade de Geografia e Cartografia da Universidade Federal do Pará, no campus do Guamá, em Belém, estado do Pará. Naqueles anos da graduação tive uma aproximação muito tímida com os estudos cartográficos, pois as disciplinas somente demonstravam a parte teórica da cartografia, não tínhamos um laboratório e nem equipamentos onde os alunos pudessem trabalhar com softwares de geoprocessamento e de sensoriamento remoto, desse modo, os estudos eram muito superficiais, sem uma carga-horária prática. Felizmente, hoje, o curso de geografia da UFPA já oferece um instrumental em geotecnologias que antes não dispunha. 
 
A aproximação com a cartografia começou a se estreitar em minha vida no ano de 2004, depois que me formei e tive oportunidade de trabalhar como consultor ambiental da Secretaria de Meio Ambiente do município de Inhangapí, no estado do Pará. Naquele momento, que coincidiu com minha entrada em um curso de especialização em Gestão Ambiental, também na UFPA, aprofundei minha leituras sobre a cartografia e os principais instrumentos de gestão e ordenamento territorial (EIA/RIMA, Cadastro Técnico Multifinalitário, Unidades de Conservação, ZEE, etc) e comecei a entender, na prática, onde eu poderia utilizar os conceitos e categorias da geografia e da cartografia que tinha aprendido na graduação. 
 
fonte: FFLCH, USP
 
No ano de 2005 tive que me ausentar do trabalho como consultor e ingressar no mestrado em Geografia na UFPA. Sendo que, quando retornei ao curso de geografia, já tínhamos um aparato tecnológico que oferecia o suficiente para eu aprofundar meus conhecimentos, agora de forma prática, na cartografia. Com ajuda de colegas da graduação que atuavam como monitores do Laboratório de Análise da Informação Geográfica (LAIG), com destaque para o amigo Luis Sadeck, pude conhecer ainda mais as importantes ferramentas disponíveis para a cartografia dos dias de hoje. 
 
No ano de 2006 ingressei, por um concurso de cargo temporário, como analista intelectual no Sistema de Proteção da Amazônia – SIPAM, no Centro Regional de Belém, onde, entre outras funções, tive que elaborar diversos mapas e ministrar cursos de softwares de geoprocessamento em vários municípios da Amazônia. A experiência no SIPAM durou três anos e meio e me possibilitou um conhecimento significativo/prático do que podemos extrair e manipular da informação espacial em meio computacional ou não, além do que, a experiência no SIPAM também me aproximou de pessoas que se preocupam a disponibilizar/democratizar a informação e o aprendizado sobre a cartografia, como o colega Luís Lopes. 
 
Em setembro de 2009 fui aprovado e convocado para exercer o cargo de Professor da graduação em Geografia da UFPA, onde ministro disciplinas ligadas à cartografia, geoprocessamento e sensoriamento remoto, além de coordenar o LAIG e disponibilizar a diversas pessoas – alunos da UFPA ou não, cursos gratuitos na área de cartografia. Também na UFPA venho desenvolvendo, ou participando, de projetos e atividades em que o uso da cartografia é imprescindível, enfocando não somente a parte técnica de manipulação das geotecnologias, mas também analisando os conceitos e categorias importantes para se entender onde a cartografia pode ser aplicada.
 
Minha coluna será direcionada a alunos de cursos de graduação ou profissionais que estão iniciando seus estudos em cartografia. Os textos terão como principal objetivo discutir sobre a importância do uso das ferramentas de cartografia – mais precisamente suas geotecnologias, nos mais variados setores da atividade humana, enfocando, principalmente a educação cartográfica e a ocupação humana do espaço geográfico. Para isso, faremos uma análise inicial sobre a importância da ciência cartográfica desde seus primórdios, buscando elucidar o leitor que está iniciando suas leituras de forma bem básica, mostrando os principais tipos de representação e da linguagem da cartografia para posteriormente demonstrar, na pratica estudos onde a cartografia e suas ferramentas são analisadas e podem subsidiar os trabalhos dos leitores. Espero contribuir na discussão e estimular ainda mais a curiosidade de quem deseja aprender.
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